Perplan – Mais que construir, entender cidades
À frente da atuação comercial da Perplan, Gustavo Pereira acompanha os movimentos econômicos, urbanos e comportamentais que vêm redesenhando o mercado imobiliário de grandes centros
Publi Editorial | Foto: Divulgação
No mercado imobiliário, grandes empreendimentos não se consolidam apenas pela localização, projeto arquitetônico ou padrão construtivo. Antes de uma obra ganhar forma na paisagem urbana, existe uma etapa menos visível, mas decisiva: a leitura da cidade, do comportamento das pessoas, dos movimentos econômicos e da confiança que precisa ser construída entre incorporadora, corretores, investidores e compradores. É nesse espaço, entre a estratégia e o relacionamento, que Gustavo Pereira vem consolidando sua atuação.
Com mais de 20 anos de experiência no setor imobiliário e atuação em diferentes estados brasileiros, Gustavo traz para Uberlândia uma visão ampla sobre como os movimentos econômicos, urbanos e comportamentais transformam o mercado imobiliário. Como executivo comercial da Perplan, ele acompanha de perto a expansão da incorporadora, principalmente em Uberlândia, e participa diretamente de um ciclo marcado por lançamentos, entregas e novos projetos em desenvolvimento. Mais do que apresentar produtos ao mercado, seu trabalho passa por compreender o território, dialogar com o setor e traduzir os diferenciais de cada empreendimento em valor real para quem compra, investe ou vive a cidade.
Para Gustavo, Uberlândia reúne características que explicam o interesse crescente do mercado imobiliário. A força do agronegócio, a presença de um comércio robusto, o crescimento do setor de serviços e a chegada de novas empresas têm ampliado a demanda por moradia, investimento e espaços comerciais. “Uberlândia é uma cidade impressionante pela sua pujança comercial e econômica. Conseguimos atender diversos públicos, áreas e setores que estão extremamente impulsionados”, afirma.
Sua percepção é de que a cidade deixou de ser apenas uma praça promissora para se tornar estratégica dentro da atuação da Perplan. A incorporadora, que nasceu em Ribeirão Preto e tem mais de duas décadas de história, encontrou em Uberlândia um mercado com capacidade de absorção, diversidade econômica e qualidade de vida.
Hoje, segundo Gustavo, a cidade ocupa posição de grande relevância para a empresa em projetos, entregas, canteiros de obras, desenvolvimento e contratação de pessoas.
Confiança como ativo do mercado
Mas a consolidação em um novo mercado, especialmente no setor imobiliário, não acontece de forma imediata. Gustavo, que já havia trabalhado em Uberlândia com grandes players, lembra que a chegada da Perplan na cidade foi construída com cautela, diálogo e respeito ao ecossistema local.
O primeiro passo, segundo ele, foi se aproximar das imobiliárias, dos corretores e de profissionais que conheciam profundamente o comportamento do comprador uberlandense. “Chegamos com calma, com muito objetivo. A ideia era executar cada projeto. Somos muito sólidos e consistentes”, afirma. A frase resume uma postura que tem marcado sua atuação comercial: crescer com consistência, cumprir etapas e preservar a confiança do mercado. Essa relação com os corretores é um dos pontos centrais da visão de Gustavo.
Para ele, antes de chegar ao consumidor final, um empreendimento precisa ser compreendido e validado por quem está na linha de frente da venda. “O corretor de imóveis é o nosso primeiro comprador. Eu preciso vender realmente para ele primeiro, para depois ele vender para os clientes finais, sejam consumidores ou investidores”, destaca. A fala revela uma compreensão importante sobre o setor: no mercado imobiliário, relacionamento não é apenas apoio comercial.
É parte da estratégia. Em um negócio que envolve patrimônio, expectativa de valorização, segurança e projeto de vida, a confiança se torna um dos principais ativos. E construí-la exige presença, escuta, conhecimento técnico e compromisso com o longo prazo. Gustavo também chama atenção para a complexidade do ciclo imobiliário.
Diferentemente de outros setores, em que decisões podem gerar resultados em curto prazo, uma incorporadora trabalha com horizontes mais amplos. Entre a compra do terreno, a legalização, o desenvolvimento do projeto, a aprovação, a construção, a entrega e o período de garantia, o ciclo pode chegar a quase dez anos. Essa dinâmica exige solidez financeira, governança, planejamento e capacidade de atravessar diferentes momentos da economia. Por isso, mesmo diante de cenários desafiadores, como juros elevados, custos pressionados e incertezas econômicas, Gustavo defende a continuidade como parte da natureza do negócio. “É um negócio de grande tempo, de escala e de período longo. Viemos para fincar bandeira em Uberlândia”, afirma.
Projetos que acompanham a transformação urbana
Na prática, essa visão vem se materializando em diferentes projetos da Perplan na cidade. Empreendimentos como Liberdade 1226, Mariê 160, Grandverse Garden, Grandverse Place, Addagio Lídice, Nuage Altamira, Casa’Alta e o corporativo Chronos Tower, ajudam a compor uma presença que combina residencial, alto padrão, comercial e novos formatos de uso urbano. Cada projeto, na avaliação de Gustavo, responde a demandas específicas de uma cidade em transformação e acompanham mudanças no comportamento do consumidor. Hoje, morar bem não está ligado apenas à metragem ou ao acabamento.
Também envolve mobilidade, conveniência, proximidade com o trabalho, acesso a serviços, segurança e qualidade de vida. A mesma lógica vale para os espaços comerciais, que precisam acompanhar novas formas de trabalhar, empreender e investir. Outro movimento observado por Gustavo é a consolidação da Zona Sul como um dos principais vetores de crescimento de Uberlândia.
A região vem recebendo empreendimentos residenciais de alto padrão, operações comerciais, restaurantes, serviços e novos projetos que reforçam sua vocação como área de expansão qualificada. Ao falar sobre Uberlândia, Gustavo não se limita aos números do mercado. Ele destaca a capacidade da cidade de atrair famílias, executivos, empresas e investidores.
Para ele, a cidade oferece infraestrutura completa para quem chega, seja para morar, empreender ou expandir negócios. Mais do que defender a expansão da empresa, Gustavo demonstra uma visão de setor ancorada em responsabilidade. “Lançar empreendimentos exige compromisso com a entrega, com a cidade e com todos os envolvidos na cadeia imobiliária. Nosso propósito vai muito além da venda.
Envolve interpretar cenários, formar alianças, sustentar reputação, entender o comportamento do consumidor e participar da construção de uma cidade que cresce em diferentes direções”, finaliza

