{"id":10587,"date":"2025-03-06T06:47:52","date_gmt":"2025-03-06T09:47:52","guid":{"rendered":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/?p=10587"},"modified":"2025-03-06T06:47:52","modified_gmt":"2025-03-06T09:47:52","slug":"especialista-alerta-para-a-importancia-do-diagnostico-precoce-da-leucemia-e-da-doacao-de-medula-ossea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/2025\/03\/06\/especialista-alerta-para-a-importancia-do-diagnostico-precoce-da-leucemia-e-da-doacao-de-medula-ossea\/","title":{"rendered":"Especialista alerta para a import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico precoce da leucemia e da doa\u00e7\u00e3o de medula \u00f3ssea"},"content":{"rendered":"\n<p>A leucemia est\u00e1 entre os dez tipos de c\u00e2ncer mais frequentes no Brasil, segundo o Instituto Nacional do C\u00e2ncer (INCA). Em Minas Gerais, os dados do DATASUS apontam mais de 600 novos casos diagnosticados em 2024, e a estimativa para 2025 coloca o estado como o segundo com maior n\u00famero de ocorr\u00eancias, com mais de 900 registros previstos. Para refor\u00e7ar a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a doen\u00e7a e estimular a doa\u00e7\u00e3o de medula \u00f3ssea, alerta de especialista ganha destaque.<br>A leucemia \u00e9 um c\u00e2ncer do sangue que ocorre quando h\u00e1 uma produ\u00e7\u00e3o descontrolada de gl\u00f3bulos brancos doentes na medula \u00f3ssea, prejudicando a forma\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas essenciais para o funcionamento do organismo, como plaquetas e gl\u00f3bulos vermelhos. H\u00e1 dois tipos principais da doen\u00e7a: leucemias mieloides e linfoides, que podem ser classificadas como agudas ou cr\u00f4nicas.<br>Os sintomas mais comuns da leucemia aguda incluem fraqueza, sangramentos, manchas roxas pelo corpo, dor nos ossos, febre sem causa aparente e aumento dos g\u00e2nglios linf\u00e1ticos. O diagn\u00f3stico precoce \u00e9 essencial para aumentar as chances de sucesso do tratamento. \u201cA detec\u00e7\u00e3o precoce da leucemia possibilita um tratamento mais eficaz e amplia as chances de cura. Exames como hemograma, mielograma e imunofenotipagem s\u00e3o fundamentais para confirmar o diagn\u00f3stico e direcionar a melhor abordagem terap\u00eautica\u201d, explica a m\u00e9dica hematologista cooperada da Unimed Uberl\u00e2ndia, Dra. Thais Camargos.<br>O tratamento da leucemia pode envolver quimioterapia e imunoterapia, al\u00e9m do transplante de medula \u00f3ssea em casos de alto risco ou quando a doen\u00e7a n\u00e3o responde \u00e0s terapias iniciais. Para que mais pacientes tenham acesso ao transplante, o cadastramento de doadores de medula \u00f3ssea \u00e9 fundamental. \u201cA doa\u00e7\u00e3o de medula \u00f3ssea pode salvar vidas, e o cadastro como doador \u00e9 um processo simples, que pode fazer toda a diferen\u00e7a para quem precisa. Quanto mais pessoas se cadastrarem, maiores ser\u00e3o as chances de encontrar um doador compat\u00edvel\u201d, destaca Dra. Thais Camargos.<br>O procedimento para se tornar um doador volunt\u00e1rio \u00e9 simples: basta procurar um hemocentro e fazer um cadastro no Registro Nacional de Doadores de Medula \u00d3ssea (REDOME). Pessoas entre 18 e 35 anos, em boas condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, podem se inscrever, permanecendo no banco de dados at\u00e9 os 60 anos. A doa\u00e7\u00e3o s\u00f3 acontece se houver compatibilidade com um paciente que necessite do transplante \u2013 um processo desafiador, j\u00e1 que a chance de encontrar um doador n\u00e3o aparentado compat\u00edvel \u00e9 de 1 em 100 mil. Este alerta refor\u00e7a a necessidade de ampliar o n\u00famero de doadores volunt\u00e1rios e incentivar a popula\u00e7\u00e3o a manter os exames em dia. Em caso de d\u00favidas, \u00e9 fundamental buscar orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-post-featured-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"1600\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-10.50.40.jpeg\" class=\"attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image\" alt=\"\" style=\"object-fit:cover;\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-10.50.40.jpeg 1200w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-10.50.40-225x300.jpeg 225w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-10.50.40-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-10.50.40-1152x1536.jpeg 1152w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/figure>\n\n\n<p>Dra. 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