{"id":10797,"date":"2025-03-28T11:05:14","date_gmt":"2025-03-28T14:05:14","guid":{"rendered":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/?p=10797"},"modified":"2025-03-28T11:05:14","modified_gmt":"2025-03-28T14:05:14","slug":"a-fila-anda-brasil-em-2025-entre-safras-surpresas-e-solucoes-economicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/2025\/03\/28\/a-fila-anda-brasil-em-2025-entre-safras-surpresas-e-solucoes-economicas\/","title":{"rendered":"A fila anda &#8211; Brasil em 2025: entre safras, surpresas e solu\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas"},"content":{"rendered":"\n<p>Ah, o Brasil! Terra onde o PIB \u00e9 t\u00e3o inst\u00e1vel quanto um goleiro sem luva e onde os economistas vivem em um eterno samba atravessado tentando prever o futuro. Mas eis que chegamos a 2025, um ano que promete surpresas na economia, algumas boas, outras\u2026 digamos, \u201cemocionantes\u201d. Vamos explorar o cen\u00e1rio atual, destacando os pontos positivos, os desafios e, claro, o nosso eterno her\u00f3i econ\u00f4mico: o agroneg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>A economia em 2025: copo meio cheio (ou meio derramado?)<br>Para come\u00e7ar com boas not\u00edcias (porque a gente precisa dar um incentivo para voc\u00ea seguir lendo), a economia brasileira mostra sinais de resili\u00eancia. A infla\u00e7\u00e3o, a vil\u00e3 dos nossos pesadelos financeiros, \u00e9 um Deus nos acuda! E dependendo do andar da carruagem (em ruas e estradas que nem merecem coment\u00e1rio) pode ser que s\u00f3 Ele mesmo e, quem sabe, com a pol\u00edtica monet\u00e1ria t\u00e3o ajustada que j\u00e1 parece um espartilho, possa se comportar melhor. O PIB tamb\u00e9m apresenta crescimento, puxado por setores como tecnologia, servi\u00e7os e o nosso amado agroneg\u00f3cio, s\u00f3 n\u00e3o pode ser bombada por inje\u00e7\u00f5es perigosas e desde que o d\u00f3lar decida n\u00e3o nos pregar tantas pe\u00e7as. Ainda que o desemprego em queda possa ser como aquele bolo que a vov\u00f3 faz t\u00e3o gostoso, mas n\u00e3o nos fornece a receita por pura dor de cotovelo, esta queda precisa ser uma boa not\u00edcia.<br>Mas n\u00e3o sejamos ing\u00eanuos. A economia brasileira ainda precisa lidar com desafios como a d\u00edvida p\u00fablica em alta (afinal, p\u00fablica vem de povo?), reformas que se arrastam mais do que fila de banco em dia de pagamento e a sempre presente instabilidade pol\u00edtica que faz qualquer investidor tremer antes de colocar dinheiro por aqui. Podemos, claro, contar com nossa ast\u00facia ou a for\u00e7a do castelo de Grayskull e quem sabe at\u00e9 o poder do martelo de Thor.<\/p>\n\n\n\n<p>O agroneg\u00f3cio: sempre ele, sempre gigante<br>N\u00e3o podemos perder da mem\u00f3ria \u2013 e das ora\u00e7\u00f5es \u2013 o setor que continua segurando o Brasil pelo colarinho e impedindo uma queda livre: o agroneg\u00f3cio. Em 2025, o setor segue como um dos principais motores da economia, impulsionado por inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas, aumento da produtividade e uma demanda global que hora sim, hora n\u00e3o, se mostra aquecida. O Brasil continua como um dos maiores exportadores de soja, carne caf\u00e9 e uma salada de outros produtos deliciosos abastecendo mesas ao redor do mundo e garantindo que nosso saldo comercial n\u00e3o entre em colapso.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas nem tudo s\u00e3o flores no campo. O setor enfrenta desafios como a press\u00e3o ambiental, com cobran\u00e7as internacionais cada vez mais severas sobre desmatamento e sustentabilidade, ainda que possamos provar que o setor \u00e9 campe\u00e3o at\u00e9 nisto. Al\u00e9m disso, os altos custos log\u00edsticos seguem sendo um problema cr\u00f4nico: exportar soja do Brasil \u00e0s vezes sai mais caro que importar tecnologia de Marte. E, claro, a pol\u00edtica tamb\u00e9m interfere, com quest\u00f5es tribut\u00e1rias que podem dificultar a vida do produtor. No fim, s\u00f3 n\u00e3o podemos contar com o \u201cnoves fora nada\u201d (n\u00e3o sabe o que \u00e9 ou n\u00e3o faz essa conta? Hummm\u2026 melhor aprender pois empates n\u00e3o d\u00e3o t\u00edtulos no campeonato da vida).<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos refor\u00e7ar um contexto que precisa ser lido todo dia: o agroneg\u00f3cio \u00e9 um setor igual cebola fresca na m\u00e3o do cozinheiro, pronto para entrar em qualquer receita, apesar de ter aquele jeitinho caipira que a gente adora subestimar. Agora, antes que me acusem de puxa-saquismo, deixo claro: esse setor n\u00e3o se sustenta sozinho. Ele \u00e9 influenciado por tudo e influencia tudo \u2013 como aquela tia fofoqueira que fica sabendo dos babados primeiro e faz quest\u00e3o de espalhar para a fam\u00edlia inteira. N\u00e3o \u00e9 engra\u00e7ado, mas o agroneg\u00f3cio, \u00e0s vezes, \u00e9 tratado como se fosse um rol\u00ea paralelo, tipo um clube exclusivo cuja carteirinha a gente acha que n\u00e3o tem. E assim, nessa grande miscel\u00e2nea de interesses e inova\u00e7\u00f5es, o campo e a cidade ficam grudados como feij\u00e3o e arroz. Quer dizer, n\u00e3o s\u00e3o mais tempos em que o carro de boi era a maior tecnologia dispon\u00edvel e muito menos \u00e9poca de achar que a agricultura n\u00e3o interfere no PIB.<\/p>\n\n\n\n<p>O que esperar do futuro?<br>Se f\u00f4ssemos apostar (com modera\u00e7\u00e3o, claro), o cen\u00e1rio de 2025 indica que o Brasil precisa de uma trajet\u00f3ria de crescimento, mas sem a nossa famosa \u201cemo\u00e7\u00e3o\u201d. O agroneg\u00f3cio deve seguir forte, desde que consiga equilibrar produ\u00e7\u00e3o, custos, rentabilidade, uma boa dose de f\u00e9 na responsabilidade de quem \u2018manda\u2019 e sustentabilidade cont\u00ednua. O setor de tecnologia tamb\u00e9m desponta como uma nova fronteira econ\u00f4mica, trazendo solu\u00e7\u00f5es inovadoras e novas oportunidades de neg\u00f3cios. Yes! We are tech!<\/p>\n\n\n\n<p>No fim das contas, o Brasil \u00e9 aquele aluno esfor\u00e7ado, mas que sempre deixa para estudar na v\u00e9spera da prova. Se soubermos aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios de frente, podemos transformar 2025 em um ano de progresso real. Caso contr\u00e1rio, seguimos na tradi\u00e7\u00e3o de torcer para que, no pr\u00f3ximo ano, \u201cagora vai!\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Falando em impactos, n\u00e3o tem nada mais brasileiro do que a gente rir para n\u00e3o chorar quando surge uma boa crise, concorda? Aquele velho ditado de que \u201ca cada dez anos o Brasil enfrenta uns quinze desafios diferentes\u201d parece at\u00e9 piada, mas, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, funciona como um est\u00edmulo para a criatividade. Somos campe\u00f5es mundiais em inventar jeitos de contornar problema \u2013 s\u00f3 n\u00e3o pode ser tudo na base da gambiarra, n\u00e3o tem gra\u00e7a. Aprendamos com o campo, um povo que faz milagre: desde mudar o planejamento de safra para driblar uma geada surpresa at\u00e9 investir em tecnologias para lidar com secas, dil\u00favios e pragas que decidem dar as caras quando n\u00e3o foram chamadas (a famosa \u201cvisita inconveniente\u201d).<\/p>\n\n\n\n<p>Quer exemplo mais divertido do que quando o c\u00e2mbio tem crises de identidade e resolve valorizar ou desvalorizar o real como quem troca de roupa no meio de uma festa? O produtor rural que est\u00e1 de olho na exporta\u00e7\u00e3o da soja ganha, perde, volta a ganhar e se estressa todo de novo, mas no fim encontra algum jeito de gerar superprodu\u00e7\u00f5es e quinh\u00f5es para todos (n\u00e3o confunda com termos eleitoreiros). Enquanto isso, as demais cadeias produtivas, \u00e0s vezes, vivem o samba que desafina, todo mundo rodopiando, sem saber para que lado o maestro da economia vai apontar a batuta na pr\u00f3xima rodada. E ainda assim n\u00e3o vamos parar de apontar o leme para a frente<br>Mas, olha s\u00f3, com sarcasmo e tudo, a verdade \u00e9 que cada trope\u00e7o gera uma boa oportunidade. A varia\u00e7\u00e3o cambial, por exemplo, estimula o pessoal a pensar: \u201cE se eu agregasse valor ao produto l\u00e1 na fazenda mesmo, para n\u00e3o ficar s\u00f3 exportando commodity in natura?\u201d. E pronto, nasce uma ind\u00fastria local que processa o gr\u00e3o, gera emprego e diversifica a economia. \u00c9 praticamente o \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d vers\u00e3o agro. Toda essa movimenta\u00e7\u00e3o cria um efeito domin\u00f3 que atinge tamb\u00e9m o com\u00e9rcio, os servi\u00e7os de transporte, a publicidade e, pasmem, at\u00e9 a moda (porque, sejamos sinceros, bota e chap\u00e9u j\u00e1 entraram no guarda-roupa urbano faz tempo).<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, n\u00e3o d\u00e1 para negar que a gente coleciona adversidades dignas de uma novela mexicana: secas pra todo o lado, enchentes sem aviso, oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os no mercado internacional, falta de investimentos em infraestrutura e por a\u00ed vai. Ainda assim, o mais curioso \u00e9 que, diante de cada encrenca, o brasileiro descobre uma forma nova de empacotar esse problema e vender como oportunidade. No agro, podemos at\u00e9 fazer uma linha do tempo: na crise h\u00eddrica, investimos em irriga\u00e7\u00e3o eficiente e tecnologias que conseguem produzir mais com menos \u00e1gua. A\u00ed a crise clim\u00e1tica bate \u00e0 porta, ent\u00e3o surgem consultorias especializadas em sustentabilidade e o pessoal come\u00e7a a pensar em energia solar no meio do canavial, transformando o sol em parceiro de neg\u00f3cios \u2013 claro, com muito protetor solar empresarial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o ciclo do agroneg\u00f3cio, abra\u00e7ando o urbano, que por sua vez financia novas ideias, gerando um eterno beija-flor no pesco\u00e7o do outro.<\/p>\n\n\n\n<p>E quando a gente pensa nos entraves pol\u00edticos e tribut\u00e1rios? Esse \u00e9 o verdadeiro enredo de com\u00e9dia nacional. Impostos que variam conforme humor do governo, regula\u00e7\u00f5es que parecem testamento antigo, burocracia que faz fila de despacho mais longa que a do p\u00e3o quentinho da padaria. S\u00f3 que, no meio disso tudo, aprendemos a desenvolver parcerias, seja com startups de log\u00edstica, seja com empresas de consultoria que sabem navegar nesses mares revoltos. E a engrenagem continua, levando a economia inteira a se mexer, porque se tem demanda, tem algu\u00e9m atr\u00e1s para oferecer. Some-se a isso a digitaliza\u00e7\u00e3o for\u00e7ada por pandemias e crises e pronto: se antes s\u00f3 tinha fila de banco, agora temos fila de reuni\u00f5es por videoconfer\u00eancia \u2013 e lembremos que ele, o agroneg\u00f3cio, entrou firme na onda digital, fazendo desde leil\u00e3o de gado pelo celular at\u00e9 vendendo frutas em marketplace.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim das contas, essa rela\u00e7\u00e3o de \u201ctoma l\u00e1, d\u00e1 c\u00e1\u201d entre agroneg\u00f3cio e os outros setores n\u00e3o deixa ningu\u00e9m de fora do jogo. S\u00f3 que, para continuar a brincadeira, precisamos reconhecer as falhas e, mais importante, saber rir delas. Olha que bonito: o mesmo produtor que sofre com a falta de cr\u00e9dito \u00e9 aquele que, quando consegue captar, impulsiona a ind\u00fastria de fertilizantes, que por sua vez contrata mais gente, que vai consumir no com\u00e9rcio local, girando a roda. E o com\u00e9rcio, esse safadinho, aproveita para vender aquele sapato extra, financiando a cadeia de couro que vem l\u00e1 das fazendas. No final, o bolo cresce e, se Deus quiser (e o clima deixar), tem fatia para todo mundo.<br>Claro que pode parecer brincadeira, mas a moral aqui \u00e9 s\u00e9ria: cada desafio, quando bem analisado, vira uma chance de melhoria. Se a natureza apronta, a gente aprende a cultivar novas variedades ou a empregar tecnologia de ponta para prever a pr\u00f3xima tempestade. Se o mercado internacional desestabiliza, a gente ajusta o pre\u00e7o, busca novos compradores ou investe em agregar valor.<\/p>\n\n\n\n<p>No fim, a economia brasileira, que n\u00e3o perde a chance criar de um bom drama, vai dando seus pulos e, no meio disso tudo, se reinventa, desde a ind\u00fastria, com\u00e9rcio, servi\u00e7os, tecnologia e o que mais se dispuser. Ironia? Pode ser. Mas com um fundinho de orgulho tamb\u00e9m. Porque, se tem algo que define este pa\u00eds, \u00e9 a capacidade de pegar perrengue e transformar em oportunidade. Uma realidade que tamb\u00e9m precisa se transformar \u00e9 o fato de que o dinheiro nosso de todo dia n\u00e3o ter\u00e1 mais o mesmo valor como moeda de compra. E n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o cambial, mas sim o ajuste para cima do pre\u00e7o do capital e tamb\u00e9m, nesse momento, h\u00e1 os que ficam de olho no gato e outros de olho no peixe. Outros tantos podem desaparecer por ficar somente pisando em brasas. Para entender esse enredo mexicano basta imaginar a seguinte cena: um edif\u00edcio de cinco andares \u00e9 desmanchado cuidadosamente para ser reconstru\u00eddo. L\u00e1 moravam trinta pessoas e agora o material s\u00f3 permitiu construir-se um novo pr\u00e9dio de tr\u00eas andares e quem vai morar l\u00e1 s\u00e3o as mesmas trinta pessoas. Sabe o que \u00e9 bom? Mesmo tendo de conviver com mesmo capital mais caro, como numa festa de fam\u00edlia, o agro \u00e9 aquele parente que todo mundo jura que \u201cnasceu no interior e n\u00e3o entende de nada\u201d, mas, na hora do vamos ver, \u00e9 ele que traz o prato principal e ainda lava a lou\u00e7a depois. E faz isso comemorando cada safra, cada exporta\u00e7\u00e3o, cada parceria que brota do nada.<\/p>\n\n\n\n<p>E por isso, diante de tantos desafios, nossa economia e o nosso agroneg\u00f3cio continuam a mostrar que, no Brasil, as crises podem ser longas \u2013 mas jamais eternas. Basta um empurr\u00e3ozinho, um bocado de flexibilidade e aquela pitada de irrever\u00eancia que a gente j\u00e1 conhece, para tudo virar um bom neg\u00f3cio. Enquanto houver vontade de aprender e criar, haveremos de semear e colher bons frutos. E, claro, com o m\u00e1ximo de humor, porque, se for para sair da crise, que seja com um belo sorriso (de prefer\u00eancia acompanhado de um p\u00e3ozinho de queijo produzido no interior, para deixar tudo ainda mais delicioso). Afinal, a gente merece, n\u00e9?<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Adalberto Deluca \u00e9 Consultor em Gest\u00e3o Empresarial e Marketing<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-post-featured-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"422\" height=\"426\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Captura-de-tela-2025-03-28-104422.png\" class=\"attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image\" alt=\"\" style=\"object-fit:cover;\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Captura-de-tela-2025-03-28-104422.png 422w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Captura-de-tela-2025-03-28-104422-297x300.png 297w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/Captura-de-tela-2025-03-28-104422-150x150.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 422px) 100vw, 422px\" \/><\/figure>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ah, o Brasil! 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