{"id":7304,"date":"2022-04-28T15:19:00","date_gmt":"2022-04-28T18:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/?p=7304"},"modified":"2024-12-20T15:20:14","modified_gmt":"2024-12-20T18:20:14","slug":"freada-de-arrumacao-lendo-quadrinhos-de-gente-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/2022\/04\/28\/freada-de-arrumacao-lendo-quadrinhos-de-gente-grande\/","title":{"rendered":"Freada de arruma\u00e7\u00e3o. Lendo quadrinhos de gente grande."},"content":{"rendered":"\n<p id=\"viewer-foo\"><em>\u201cFalar e escrever sobre tudo sem abrir o espa\u00e7o nobre ao agroneg\u00f3cio \u00e9 como esquecer a crian\u00e7a na escola\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7kav5\"><em>Por Adalberto Deluca e Fernando Barbosa<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-a8hvp\"><em>Fotos Marina Leonova | Julius Silver | Tom Fisk | Andres Ayrton | Santiago Sauceda Gonz\u00e1lez (Pexels)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-epcen\">Uma vez que estamos aqui, desfrutando desse espa\u00e7o generoso, vamos destrinchar um pouco de curtidas, mordidas, aprendizados e, tristemente, at\u00e9 de guerra. Nos deem licen\u00e7a, apertem o cinto e vamos juntos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-alnsa\"><strong>Ler, falar, ouvir, escrever e, acima de tudo, entender!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1e7vf\">Parece que o aprendizado n\u00e3o \u00e9 estanque, com data marcada para chegar e pronto. Se somarmos o tempo que perdemos falando em crise, pensando em crise, debatendo crise e us\u00e1ssemos aplicando em conhecimento ter\u00edamos duas joias cobi\u00e7adas para desfrutar: o dia com mais de 24 horas e a vida esticada ao extremo para curtirmos (desfrutarmos sem dar likes) tudo que tanto gostamos e desejamos. Durante 2020, nos bombardearam com trag\u00e9dias e ainda temperavam com mais uma \u2018crise\u2019 da economia que seria inevit\u00e1vel. Pois bem, 2021 acabou, agora de verdade, pois at\u00e9 o carnaval j\u00e1 passou e temos de falar bem desse ano passado, uma vez que a economia, t\u00e3o ultrajada pelos paladinos e \u2018especialistas\u2019, foi bem, obrigado. Um crescimento de 4,6%, mesmo colocada metralhada o tempo todo,<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6fc46\">\u00e9 algo a se comemorar e muito! Como sempre h\u00e1 setores que n\u00e3o foram bem. Como sempre houve alguns vil\u00f5es como a alta dos combust\u00edveis, o d\u00f3lar (esse merece um par\u00e1grafo a parte) e os alugu\u00e9is que viveram seus dias de infort\u00fanio e provocaram ranger de dentes. Por outro lado, houve gera\u00e7\u00e3o de empregos e expoentes como transportes que, vejam s\u00f3, foi puxado pelo setor de viagens pessoais e de neg\u00f3cios. Quando se fala em empregos come\u00e7amos a ver um certo t\u00fanel no fim da luz e \u00e9 melhor se acostumar com isso. Sen\u00e3o, basta observar a realidade, deixando o cora\u00e7\u00e3o meio que de lado, congelado por alguns instantes. H\u00e1 muito se fala em \u2018analfabetismo funcional\u2019, um termo tenebroso, asqueroso e que retrata a situa\u00e7\u00e3o de pessoas que tiveram acesso a uma escola de p\u00e9ssima qualidade, politizada, sem avan\u00e7os m\u00ednimos para acompanhar tempos novos e desafiadores para os jovens. A resultante da equa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o que chega ao mercado de trabalho sem conseguir interpretar o que l\u00ea. Se mis\u00e9ria pouca fosse bobagem esses mesmos jovens ainda encontram um mercado em marcha acelerada de automa\u00e7\u00e3o. E o que isso significa? Menos empregos meramente bra\u00e7ais, mais necessidade de aprendizado cont\u00ednuo. Mas &#8211; de novo &#8211; como aprender continuamente se l\u00e1 na base voc\u00ea n\u00e3o aprender a interpretar? Ent\u00e3o, teremos uma massa de desempregados ou subempregados em crescimento por um tempo, ou em n\u00famero alto, estagnado que talvez pare de crescer, mas ser\u00e1 grande. Quer inverter o t\u00fanel e achar a luz? Vamos considerar o lado iluminado da lua, onde um sem-n\u00famero de novos sistemas, aplicativos e que tais absorvem um sem n\u00famero de novos entrantes no mercado de trabalho para suprir a demanda da automa\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o de processos manuais. Tudo em nome da velocidade que a sociedade atual nos requer e imp\u00f5e. Acontece que se pararmos no meio do t\u00fanel talvez a luz seja fraca, pois essa situa\u00e7\u00e3o toda pode estar criando uma elite de profissionais e isso n\u00e3o \u00e9 bom, pois cria uma bolha, onde se cria barreiras de entrada, prote\u00e7\u00e3o, corporativismos ou seja l\u00e1 que nome se queira dar. O passado j\u00e1 mostrou isso, ou de onde surgiram as ordens e os conselhos de classe profissionais? Puf! Puf! Exclamaria um personagem de quadrinhos. Quase se perde o f\u00f4lego quando falamos de situa\u00e7\u00f5es ruins. Ent\u00e3o vamos tratar de d\u00f3lar. Alto para voc\u00ea? Baixo para algu\u00e9m? Se fosse um leil\u00e3o estariam gritando quem d\u00e1 mais, quem aposta mais&#8230; A verdade \u00e9 que o mercado \u00e9 um pai e uma m\u00e3e de \u00f3tima qualidade. As varia\u00e7\u00f5es ocorrem para o bem na maior parte das coisas. Se a economia interna vai mal pela consequ\u00eancia dos lockdowns intempestivos, chame o d\u00f3lar e pe\u00e7a para subir, assim ficamos competitivos l\u00e1 fora e as exporta\u00e7\u00f5es nos salvam. Se por outro lado temos uma melhora interna, busque o d\u00f3lar e mande ficar quieto. Se os juros sobem e a economia (coitada!) ficar cambaleando sem beber, d\u00ea um susto no d\u00f3lar para baixar mais ainda e ficar atraente e convidativo aos investimentos estrangeiros atr\u00e1s de ganho f\u00e1cil (e ainda se discute qual a profiss\u00e3o mais antiga do mundo&#8230;). Pronto! Receita de p\u00e1-v\u00ea. Traduzindo: belisca a on\u00e7a e corre<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-fh924\"><strong>Mordidas econ\u00f4micas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"888\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_1f0a9962e89b42f089562db525162e20mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7306\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_1f0a9962e89b42f089562db525162e20mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_1f0a9962e89b42f089562db525162e20mv2-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-c9de3\">Falar e escrever sobre tudo sem abrir o espa\u00e7o nobre ao agroneg\u00f3cio \u00e9 como esquecer a crian\u00e7a na escola. Bater\u00e1 uma baita dor de consci\u00eancia. E n\u00e3o \u00e9 que de tanto falarem na exuber\u00e2ncia do agroneg\u00f3cio parece que atraiu inveja! Em 2021 houve um recuo da atividade agropecu\u00e1ria provocado por falta de chuva, falta de planejamento e menos produtividade em um ou outro setor. Entretanto, rimando com a exuber\u00e2ncia est\u00e1 a ignor\u00e2ncia, n\u00e3o o palavr\u00e3o e sim a falta de saber mesmo. Enquanto continuamos com a velha batalha para mostrar que at\u00e9 o ar respirado \u00e9 agroneg\u00f3cio sabemos que em 2022 tudo n\u00e3o ser\u00e1 como antes. O agro d\u00e1 a volta pra cima, a pecu\u00e1ria se recupera e poderemos bradar, de novo, que um ter\u00e7o do PIB tupiniquim \u00e9 defendido pelo castelo do Rei Agroneg\u00f3cio. E nem precisamos tomar seu tempo para explicar que nesse contexto est\u00e1 tudo que plantamos, criamos, comemos, vestimos, exportamos. E olha que at\u00e9 o PIB vem sendo objeto de muita discuss\u00e3o. Depois de tentar esquecer &#8211; calma n\u00e3o \u00e9 m\u00fasica dor de cotovelo &#8211; que temos o tal analfabetismo funcional, eis que lemos esses dias um artigo de Roberto Elery, do site Mises Brasil, algo que alguns alfabetizados e crescidinhos gostam de vomitar (n\u00e3o leia isso antes da refei\u00e7\u00e3o e nos desculpe se causar n\u00e1usea) dando conta de que \u201cN\u00e3o comemos PIB\u201d, esse inclusive o nome do artigo. Pois bem. \u00c9 inimagin\u00e1vel que gastamos gigas e teras de armazenagem de dados em plena era da tecnologia e ainda nos deparamos com indiv\u00edduos que n\u00e3o diferem alho de bugalho, chiclete de charrete. O colega discorre sobre esse fen\u00f4meno e fica claro como a ignor\u00e2ncia engole a exuber\u00e2ncia quando lemos sobre o n\u00e3o entendimento de que PIB come\u00e7a com Produto e esse por sua vez \u00e9 simplesmente resultado; e esse s\u00f3 existe quando duas for\u00e7as se juntam. Seja suor e l\u00e1grimas, ou trabalho e capital, ou m\u00e3o de obra e sal\u00e1rio, plantar e colher, bater e soprar&#8230; Se \u00e9 produto, ent\u00e3o comemos sim. Todos os \u2018ous\u2019 que juntamos aqui resultam, de novo, em esfor\u00e7o e recompensa. E o que fazemos com a recompensa? Compramos comida abaixo de tudo (isso porque a pir\u00e2mide de Meslow coloca a necessidade fisiol\u00f3gica na base da pir\u00e2mide das necessidades humanas e se est\u00e1 na base, est\u00e1 em baixo) ou antes de tudo. Portanto, nobres leitores, yes!, n\u00f3s comemos PIB. Outro dia mesmo, aqui nesse espa\u00e7o, falamos sobre o que representam as microempresas para o Brasil, pa\u00eds continental, eterno pa\u00eds do futuro, com desigualdades cantadas em verso e prosa (at\u00e9 isso d\u00e1 dinheiro!) mas acima de tudo o pa\u00eds das oportunidades. E n\u00e3o \u00e9 que os n\u00fameros da macroeconomia nos trouxeram uma surpresa que impressiona em se tratando de microeconomia? A boa not\u00edcia \u00e9 que batemos um recorde na abertura de novas empresas em 2021, o ano que n\u00e3o quer acabar. Foram 4 milh\u00f5es de novas inciativas em 12 meses, segundo o Minist\u00e9rio da Economia, e isso traz consigo um contingente de boas novas desde a gera\u00e7\u00e3o de renda familiar at\u00e9 a substitui\u00e7\u00e3o do velho emprego pelo novo empreendedorismo, tamb\u00e9m descrito aqui como uma voca\u00e7\u00e3o em evolu\u00e7\u00e3o entre n\u00f3s, verde amarelos. E o melhor de tudo isso \u00e9 que mudamos a fei\u00e7\u00e3o se fazer harmoniza\u00e7\u00e3o, uma vez que no passado n\u00e3o t\u00e3o amarelado pelo tempo abr\u00edamos novos neg\u00f3cios para fugir de uma crise pessoal, como o desemprego (ele de novo), por exemplo. Agora &#8211; tamb\u00e9m &#8211; abrimos as portas para tentar algo pessoal, \u00e0s vezes in\u00e9dito, \u00e0s vezes franqueados. Enfim, essa \u00e9 uma not\u00edcia a ser comemorada sim.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"394\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_38f89c2f7a544383b12d1758eceb2e82mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7307\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_38f89c2f7a544383b12d1758eceb2e82mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_38f89c2f7a544383b12d1758eceb2e82mv2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6qfu2\">Numa boa prosa, uma coisa puxa a outra e n\u00e3o podemos esquecer do t\u00edtulo desse artigo. Se observar bem voc\u00ea, quem teve a paci\u00eancia de ler at\u00e9 aqui, poder\u00e1 ver que ao falarmos de desemprego observamos finalmente que o atual estado das coisas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3lido, nem l\u00edquido, qui\u00e7\u00e1 gasoso. Temos uma s\u00e9rie de fen\u00f4menos acontecendo nos \u00faltimos anos que permite ao Brasil experimentar os efeitos de uma <strong>freada de arruma\u00e7\u00e3o<\/strong>. Para quem n\u00e3o est\u00e1 familiarizado com a express\u00e3o, isso significa que ao frearmos intensamente um ve\u00edculo sua carga se organiza e acomoda de tal forma que um espa\u00e7o, antes ex\u00edguo, passa a ficar organizado e pronto para caber mais. Se paramos pela situa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria por outro lado descobrimos o rearranjo da economia liberal que est\u00e1 emagrecendo o estado brasileiro e escancarando as portas da esperan\u00e7a, proporcionando esse citado recorde de abertura de empresas atrav\u00e9s da mudan\u00e7a no formato e no tempo para se oficializar um empreendimento; tamb\u00e9m a estabiliza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, l\u00e1 em cima, permite algumas li\u00e7\u00f5es importantes ao mostrar que na exuber\u00e2ncia mora um perigo que pode ser fatal no que se refere a falta de cuidados com planejamentos, com poupan\u00e7a para dias turbulentos, com profissionaliza\u00e7\u00e3o de nossas fazendas, com o sentido mais extremo de parcerias, de fato. E os nobres amigos do campo sabem o que significam calos nas m\u00e3os e certamente ter\u00e3o alguns cuidados adicionais como compras antecipadas de insumos cr\u00edticos, regularidade de neg\u00f3cios com os parceiros certos, maior clareza de necessidades de determinados investimentos imobilizados, com o avan\u00e7o da tecnifica\u00e7\u00e3o de processos e meios produtivos para redu\u00e7\u00e3o de custos e efici\u00eancia produtiva, entre outras li\u00e7\u00f5es que determinadas \u2018freadas\u2019 provocam. N\u00e3o usando freios, mas sim acelerando, estamos vivendo um momento fant\u00e1stico com os investimentos bilion\u00e1rios em ferrovias e rodovias, mudando a cara do transporte caro que tivemos durante os \u00faltimos 100 anos. Isso reduz outros custos e ainda acelera a igualdade tornando o Brasil mais interior.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-d8iva\">Tamb\u00e9m os investimentos em telecomunica\u00e7\u00e3o e rob\u00f3tica j\u00e1 mostram um segundo semestre com c\u00e9u de brigadeiro. Agora imagina se as Elei\u00e7\u00f5es n\u00e3o atrapalharem o andar da carruagem e ainda com a Copa do Mundo se dando s\u00f3 l\u00e1 durante as compras de Natal ent\u00e3o podemos olhar pra frente, soltar o freio e aproveitar os espa\u00e7os que as \u00faltimas freadas j\u00e1 nos proporcionou. Seja com a inova\u00e7\u00e3o nossa de todo santo dia, necess\u00e1ria e urgente dependendo do grau de \u00f3culos que usarmos, seja juntando for\u00e7as e criando la\u00e7os para novos neg\u00f3cios, dignos de parceiros de bem e com apetite para saborear as vit\u00f3rias que tivermos bra\u00e7o para alcan\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bhn1e\"><strong>Quem estiver em paz n\u00e3o queira guerra com ningu\u00e9m*<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"888\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/4ac39f_547f0e782e944a0a99346683f14575ddmv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7310\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/4ac39f_547f0e782e944a0a99346683f14575ddmv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/4ac39f_547f0e782e944a0a99346683f14575ddmv2-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-e40hj\">Poder\u00edamos parar por aqui de deixar cada par\u00e1grafo a ser deglutido e entendido, mas se tem algo que coloca muita for\u00e7a no freio e sempre provoca medo \u00e9 a famigerada guerra. Mesmo que distante, essa \u00faltima, ainda sem mocinhos e bandidos claramente definidos, sendo essa uma quest\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o e de opini\u00e3o, h\u00e1 que se pensar em consequ\u00eancias, pois elas podem ser econ\u00f4micas, sociais e at\u00e9 humanas, dado que os maiores perdedores sempre s\u00e3o os inocentes que n\u00e3o querem e n\u00e3o sabem come\u00e7ar um conflito. Olhando a mi\u00fado temos poss\u00edveis consequ\u00eancias comerciais tendo em conta que ambos os pa\u00edses s\u00e3o nossos clientes e fornecedores. E isso reflete nos insumos que importamos para a agricultura, o que pode trazer consequ\u00eancias ainda n\u00e3o mensuradas chegando at\u00e9 a paralisa\u00e7\u00e3o de plantios. Tamb\u00e9m reflete no emprego, por raz\u00f5es \u00f3bvias diante do um ter\u00e7o do PIB gerado pelo agroneg\u00f3cio, o que reflete na tal base da pir\u00e2mide onde menos emprego \u00e9 menos comida na mesa. O pobre Produto Interno Bruto tamb\u00e9m pagar\u00e1 o pato quando olhamos as exporta\u00e7\u00f5es que geraram novas empresas, l\u00e1 do recorde do ano passado ou ainda em poss\u00edveis fugas de capital que nesses momentos migram para ativos mais s\u00f3lidos. Temos ainda uma poss\u00edvel altera\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o de combust\u00edveis que torna tudo mais caro, contrariando a l\u00f3gica de uma economia est\u00e1vel que precisa de menos infla\u00e7\u00e3o. Resumindo a \u00f3pera, de novo uma coisa puxa a outra e que n\u00e3o seja para pior, para baixo. Quem tem f\u00e9 reza, quem pensa se previne, que n\u00e3o sabe levante a m\u00e3o e pede ajuda. Quem pode, salve quem puder. Todos juntos em um novo ano (ele come\u00e7ou, n\u00e9?) de novas esperan\u00e7as, sem porta m\u00e1gica, mas com muito trabalho, suor e conquistas!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"888\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_26816bab3d514c69b40568e1922c7d89mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7308\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_26816bab3d514c69b40568e1922c7d89mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/4ac39f_26816bab3d514c69b40568e1922c7d89mv2-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-etmdp\"><em>*Par\u00e1frase da linda can\u00e7\u00e3o do Chor\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-f5rvb\"><em>Adalberto Deluca e Fernando Barbosa s\u00e3o consultores de empresa, s\u00f3cios da Know How Consulting<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cFalar e escrever sobre tudo sem abrir o espa\u00e7o nobre ao agroneg\u00f3cio \u00e9 como esquecer a crian\u00e7a na escola\u201d Por Adalberto Deluca e Fernando Barbosa Fotos Marina Leonova | Julius<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7305,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-7304","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7304","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7304"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7304\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7311,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7304\/revisions\/7311"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7305"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7304"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7304"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7304"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}