{"id":8479,"date":"2021-12-29T15:28:00","date_gmt":"2021-12-29T18:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/?p=8479"},"modified":"2025-01-03T15:29:22","modified_gmt":"2025-01-03T18:29:22","slug":"se-voce-quiser-pode-chorar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/2021\/12\/29\/se-voce-quiser-pode-chorar\/","title":{"rendered":"Se voc\u00ea quiser, pode chorar."},"content":{"rendered":"\n<p id=\"viewer-foo\"><em>\u201cA ordem no mundo todo \u00e9 reduzir custos, sem causar mais fome e mis\u00e9ria\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-a36l3\"><em>Por Adalberto Deluca e Fernando Barbosa<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-44gf\"><em>Fotos Tomas Anunziata no Pexels | ThisIsEngineering from Pexels | JESHOOTS.com no Pexels | Visual Stories | Micheile on Unsplash | Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3alfg\">Pedimos respeitosamente sua aten\u00e7\u00e3o para escrevermos aqui algo sobre: Pol\u00edtica, Emprego, Tecnologia (antes), 5G (agora), Revolu\u00e7\u00e3o, Ruptura, Inova\u00e7\u00e3o, Disrup\u00e7\u00e3o, Economia, Costumes, Modismos, Compet\u00eancias e AGRONEG\u00d3CIO!!! Chegamos a um per\u00edodo do ano, tal qual deveria ser em todos os anos passados, em que muitas empresas est\u00e3o em alerta total para duas frentes que podem ditar o futuro. As organiza\u00e7\u00f5es que det\u00eam uma razo\u00e1vel dose de bom senso e tamb\u00e9m aquelas que s\u00e3o amplamente profissionalizadas est\u00e3o com toda a energia direcionada para o pr\u00f3ximo ano e por isso todos se envolveram nas atividades do Planejamento. Seja o Planejamento estrat\u00e9gico, uma revis\u00e3o do mesmo ou Planejamento Or\u00e7ament\u00e1rio. De qualquer forma, a palavra m\u00e1gica \u00e9 \u201cPlanejamento\u201d. Em todos os cen\u00e1rios a ordem no mundo todo \u00e9 reduzir custos, sem causar mais fome e mis\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bubdj\">Muito dizemos que o brasileiro e por consequ\u00eancia as empresas n\u00e3o sabem planejar. Dito e feito, mas n\u00e3o tanto. A chamada globaliza\u00e7\u00e3o que serve de refer\u00eancias para tantos cr\u00edticos e ativistas trouxe para nosso quintal a presen\u00e7a de empresas internacionais ou transnacionais com muita capacidade de planejar na bagagem de seus executivos. Se \u00e9 verdade que levam embora o lucro de suas opera\u00e7\u00f5es, por sua vez traz essa compet\u00eancia para nos mostrar como se faz. Se \u00e9 um confronto ou uma afronta n\u00e3o d\u00e1 para descrever, mas a verdade \u00e9 que para colocar o p\u00e9 em territ\u00f3rio alheio e desconhecido \u00e9 imperativo ter um baita planejamento. Isso ajuda na conquista e, se fracassarem, ajuda tamb\u00e9m na forma como batem em retirada, voltando para suas bases com menos caos em suas finan\u00e7as e menos servi\u00e7os ao operador de guilhotinas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-pvth\">A pergunta \u00e9, quantas empresas brasileiras est\u00e3o aptas a bater as asas e ancorarem suas estrat\u00e9gias em terras alheias? Com que prop\u00f3sito, com qual finalidade? A resposta pode vir em forma de um ensurdecedor sil\u00eancio. Pode vir em forma de bravata, pois \u2018n\u00e3o \u00e9 bem assim\u2019, dir\u00e3o alguns. A verdade, que as vezes d\u00f3i, outras vezes corr\u00f3i, n\u00e3o atrapalha em nada, ao contr\u00e1rio, faz pensar. E de pensar se faz um plano e de um plano o pr\u00f3ximo passo pode ser o planejamento. Pode ser, porque segundo o l\u00edder estadunidense Eisenhouwer (que n\u00e3o \u00e9 o autor da frase e sim a popularizou): \u201cPlanos n\u00e3o s\u00e3o nada, Planejamento \u00e9 tudo\u201d!<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1gr61\">Come\u00e7amos esse assunto para dar uma volta nos ares respirados pela imensa maioria das empresas nacionais, daqui mesmo. \u00c9 p\u00fablico e chega a ser not\u00f3rio que um dos pilares da economia brasileira \u00e9 a sua, a minha, a nossa microempresa. O empreendedorismo brasileiro tem muito de microempresa bem-sucedida, pelo menos no formato familiar, onde se pode acomodar tantos sob as asas generosas de nossas galinhas de ovos de ouro. Mas, e o mas pode soar lac\u00f4nico, somos muito teimosos em n\u00e3o adotar pr\u00e1ticas \u00f3bvias, peculiares \u00e0 grande maioria dos bem-sucedidos, mesmo os n\u00e3o nascidos assim, ou que sejam, v\u00e1 l\u00e1. \u00c0s vezes, para piorar tudo, ainda se publicam ou conta-se casos de novos ricos que contrariaram a lei do bolso e acertaram na f\u00f3rmula. Isso s\u00f3 para mostrarem que todo o resto \u00e9 teoria ou burocracia. S\u00f3 falam, mas n\u00e3o mostram como tudo se deu. E eu me permito trucar! No fundo, no fundo nem era esse o assunto, pois o melhor nesse momento \u00e9 falarmos do monte Everest dessa terra sem neve: o Agroneg\u00f3cio! O amado, t\u00e3o mal compreendido e desdenhado pelos avanteens de oito a oitenta janeiros que muitas vezes n\u00e3o sabem uma v\u00edrgula do que falam e escrevem. E que del\u00edcia falar dele ou sobre ele &#8211; o Agroneg\u00f3cio!<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-71shg\">Ouvi a pouco algumas palavras e frases inteligentes de um gestor de marketing de uma grande empresa do agroneg\u00f3cio que descascou todos os abacaxis que teimamos em fazer germinar nas salas corporativas pa\u00eds afora. A come\u00e7ar pelo medo do futuro que aquelas tev\u00eas teimam em propagar diuturnamente. H\u00e1 uma ponte a ser atravessada entre o hoje e o amanh\u00e3? Sim, h\u00e1! H\u00e1 turbul\u00eancias nas \u00e1guas que passam abaixo dessa ponte? Evidentemente! Por\u00e9m, pouco se fala no que encontraremos do lado de l\u00e1. E n\u00e3o contam que n\u00e3o se faz omelete sem quebrar as cascas dos ovos (n\u00e3o se quebra os ovos, mas sim as cascas, lembremos). Se voc\u00ea estiver atento a algumas not\u00edcias vindas do campo, ter\u00e1 ouvido ou lido que h\u00e1 uma crise em curso, pois n\u00e3o h\u00e1 produtos suficientes para que as plantinhas salvadoras brotem em nossos rinc\u00f5es. Antes de desbaratar as bravatas ou os medos de quartos escuros (ou pontes que caem, como se queira) vamos ao contexto, depois \u00e0 conjuntura e depois \u00e0s verdades (as nossas, claro, pois todos as temos).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-aqd0s\">Ocorre que a l\u00f3gica tem sua pr\u00f3pria l\u00f3gica, sen\u00e3o vejamos, houve, \u00e9 fato, uma crise sanit\u00e1ria mundial. Tratada como pol\u00edtica, usada como alavanca de audi\u00eancia, mas que houve isso \u00e9 ineg\u00e1vel. Diante disso a profecia do nem t\u00e3o profeta assim, Raulzito Seixas, se fez realidade e tivemos at\u00e9 o ent\u00e3o ris\u00edvel \u2018dia em que a terra parou\u2019. Na verdade, s\u00e3o meses quase parando e ainda doem as perdas, e a vis\u00e3o de perdas que ainda chegam na forma de uma economia disforme. Com isso muitas atividades produtivas est\u00e3o esmagadas pela falta de diversos insumos, desde o papel para a decadente ind\u00fastria gr\u00e1fica at\u00e9 energia para proeminente e ascendente ind\u00fastria digital. No agroneg\u00f3cio n\u00e3o foi e n\u00e3o ser\u00e1 diferente. Se para fabricarem o carro, a ex-paix\u00e3o nacional (e aqui ressalvo as cr\u00edticas lembrando a todos o efeito dos aplicativos de mobilidade humana que n\u00e3o me permitem mentir ou iludir), faltaram desde chapas de a\u00e7o &#8211; porque os altos fornos das ind\u00fastrias do meio desaceleraram e pararam diante das not\u00edcias de que, al\u00e9m de parar, a terra daria marcha r\u00e9 &#8211; at\u00e9 chips dos sofisticados sistemas de navega\u00e7\u00e3o. No setor prim\u00e1rio alguns fatores est\u00e3o atormentando o sono de toda a cadeia do agroneg\u00f3cio. Podemos elencar alguns expressivos como a alt\u00edssima concentra\u00e7\u00e3o do transporte mar\u00edtimo nas m\u00e3os de at\u00e9 dez grandes organiza\u00e7\u00f5es. O que as afetou al\u00e9m do poder de ditar o ritmo das naves mar\u00edtimas foi tamb\u00e9m um vil\u00e3o inesperado: o alto consumo mundial de produtos (e bugigangas, claro) quase que sorvidos por dedos \u00e1geis que fez o e-commerce dar saltos e piruetas de crescimento. H\u00e1 tamb\u00e9m o perigoso mundo da alta concentra\u00e7\u00e3o de fornecimento dos v\u00e1rios princ\u00edpios ativos essenciais \u00e0 agricultura, matadora de fome que nos fornece muito mais que o p\u00e3o-nosso-de-cada-dia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"444\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_88b75917381843a2a830132fe1418222mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8483\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_88b75917381843a2a830132fe1418222mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_88b75917381843a2a830132fe1418222mv2-300x225.jpg 300w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_88b75917381843a2a830132fe1418222mv2-200x150.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-4op93\">Imagine que para termos o peda\u00e7o de carne (todas elas!) \u00e9 preciso alimentar as matrizes de prote\u00ednas e para isso \u00e9 preciso alimentos, nutri\u00e7\u00e3o. Para confeccionar essa submat\u00e9ria-prima de nossos pratos \u00e9 preciso plantas. Plantas precisam ser estimuladas e protegidas para crescerem fortes, verdes (sem concorrer com a Marvel) e exuberantes (sem concorrerem em desfiles de beleza). Pronto, o card\u00e1pio do caos atual est\u00e1 tomando contornos e o roteiro \u00e9 de halloweens tenebrosos. Se iniciamos esse texto (e contexto) colocando esperan\u00e7a de alguma forma, de outra forma poder\u00edamos estar estragando o grand finale. N\u00e3o tanto assim! Tal qual o Dia das Bruxas o potencial p\u00e2nico vai passar por for\u00e7a do calend\u00e1rio e cai em nossa famosa mem\u00f3ria brasileira &#8211; curta! Pode pesar no bolso, pode doer no \u00e2mago dos lares de todos os estratos sociais, por\u00e9m, passa. E isso porque o Agro n\u00e3o falha. Produz!<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-a2fiu\">Fizemos quest\u00e3o de enfatizar que aproveitar\u00edamos desse generoso espa\u00e7o &#8211; cedido pela generosidade amiga &#8211; para destilar (opa!&#8230;) descrever contexto e conjuntura neste texto, ent\u00e3o permitam discorrer (&#8230; agora sim) alguns pontos que podem dar relev\u00e2ncia ao assunto. Muitas vezes nos deixamos levar pelos fatos relatados e potencializados, mas que nem sempre est\u00e3o completos. Abrindo as cortinas e desvendando, ou desnudando, a verdade, nossas gera\u00e7\u00f5es em fase produtiva &#8211; todas inclu\u00eddas no alfabeto grego completo &#8211; vivem em um per\u00edodo de quase 100 anos uma aut\u00eantica revolu\u00e7\u00e3o multifacetada. Vamos comparar esse s\u00e9culo (como hiato de tempo e n\u00e3o calend\u00e1rio) a um diamante que para ser digno de valor precisa sair do estado bruto para pre\u00e7os brutais mostrando incont\u00e1veis facetas e quanto mais as tiver, mais escondido viver\u00e1 para ficar livre dos olhares &#8211; e m\u00e3os &#8211; da cobi\u00e7a. As transforma\u00e7\u00f5es que vivemos s\u00e3o discutidas (ou debatidas para agradar a paulistas, goianos e mineiros) como revolucion\u00e1rias, evolucion\u00e1rias, transformadoras, disruptivas, inovadoras, m\u00e1gicas, e qui\u00e7\u00e1 milagreiras. Tem coisa simples que parece complexa porque pega os desavisados de cal\u00e7as nas m\u00e3os. Tem coisas complexas que parecem pueris porque at\u00e9 os beb\u00eas manuseiam e apontam. J\u00e1 tem at\u00e9 pet escolhendo o card\u00e1pio, mas, h\u00e1 quem ainda discuta se as m\u00e1quinas dominar\u00e3o ou n\u00e3o o mundo &#8211; e n\u00e3o v\u00e3o mesmo &#8211; e assim n\u00e3o se permitem experimentar a tal l\u00f3gica que demonstra a todos, que assim queiram, onde menos for\u00e7a f\u00edsica abre espa\u00e7o para a estrat\u00e9gia e estrat\u00e9gia \u00e9 um estado mental, depois, claro, transformado em relat\u00f3rios (Argh! diria o Pato Donald).<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-cnsi7\">Por isso, estat\u00edsticos mostram n\u00fameros que assustam sobre a quantidade de empregos que n\u00e3o existir\u00e3o mais em pouqu\u00edssimo tempo. E eles revisam isso o tempo todo, para mais! Mas, por\u00e9m, contudo e entretanto, j\u00e1 temos dados com in\u00fameros d\u00edgitos que mostram exatamente o que os apocal\u00edpticos escondem, que \u00e9 a falta generalizada de m\u00e3o de obra para outro sem n\u00famero de novos empregos e fun\u00e7\u00f5es criados exatamente pela TECNOLOGIA! Estamos sendo redundantes e contando fatos j\u00e1 dados para, exatamente, chamar o gar\u00e7om, o maior especialista em fechar conta. Pois a conta n\u00e3o fecha e a saideira ainda est\u00e1 longe de ser pedida. Os mesmos dados propalados mostram que at\u00e9 2050 o crescimento populacional seguir\u00e1 vigoroso e somente a partir dali (sim, 2050 est\u00e1 logo ali) se inicia a curva descendente desse crescimento. A\u00ed chega o envelhecimento em massa. E para isso tamb\u00e9m ainda criaremos muitos empregos para cabe\u00e7as, e n\u00e3o bra\u00e7os, dispon\u00edveis, dispostos e capazes de servir uns aos outros (aqui o assunto \u00e9 s\u00e9rio, pois o terceiro setor, que n\u00e3o pode ser confundido com terceira idade) ir\u00e1 suportar essa involu\u00e7\u00e3o et\u00e1ria. Se come\u00e7armos a contextualizar aqui a previs\u00edvel, ampla e necess\u00e1ria presen\u00e7a da IA &#8211; Intelig\u00eancia Artificial, n\u00e3o deixe de acompanhar o racioc\u00ednio ignorando as verdades que ainda descreveremos.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-c2gfl\">E com ela &#8211; a tecnologia &#8211; voltamos ao mundo m\u00e1gico do agroneg\u00f3cio. Meios produtivos tradicionais est\u00e3o se reinventando (j\u00e1 escrevemos isso) baseados em algoritmos que constroem, no mundo da ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o, formas de atender a essas demandas em crescimento e isso gera emprego. No campo &#8211; l\u00e1 na ro\u00e7a mesmo &#8211; j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais m\u00e3o de obra capacitada para o alto n\u00edvel de tecnologia que se emprega (aqui um sin\u00f4nimo de emprego) na condu\u00e7\u00e3o (log\u00edstica mesmo) de meios produtivos. M\u00e1quinas ultra desenvolvidas at\u00e9 trabalham de forma automatizada, mas, novamente, o contexto exige a intelig\u00eancia humana, cujo desenvolvimento j\u00e1 at\u00e9 disseram n\u00e3o passar dos 10% de utiliza\u00e7\u00e3o. C\u00e1lculos cient\u00edfico-financeiros dependem de tomada de decis\u00e3o por parte de quem investe capital e tempo para produzir o arroz-comfeij\u00e3o, e todas as prote\u00ednas, animais e vegetais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"394\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_acf6066fe98d457c915e0309c6f76293mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8484\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_acf6066fe98d457c915e0309c6f76293mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_acf6066fe98d457c915e0309c6f76293mv2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8ffbh\">Economicamente falando, escrevendo e refletindo, temos grandes desafios para o Ano Novo e n\u00e3o se referindo ao r\u00e9veillon onde tudo \u00e9 festa. A escassez m\u00faltipla discorrida aqui j\u00e1 traz processos inflacion\u00e1rios tamb\u00e9m globalizados, agora sim, referindo a um mundo sem fronteiras, que podem custar mudan\u00e7as geopol\u00edticas consider\u00e1veis. At\u00e9 esquecemos, por hora, das correntes migrat\u00f3rias que permeavam os vespertinos, matutinos e noturnos notici\u00e1rios de todo o mundo. Tudo ter\u00e1 de se encaixar em economias que est\u00e3o vivendo dias dif\u00edceis por falta de movimenta\u00e7\u00e3o log\u00edstica em portos de ricos e pobres, se \u00e9 que ainda conseguimos distinguir essa fronteira. Falta e faltar\u00e1 presentes nos lares e alimento em mesas antes abastadas. N\u00e3o por falta de recursos monet\u00e1rios, mas por falta de mat\u00e9riaprima mesmo e \u201cMat\u00e9ria-Prima\u201d remete ao Brasil, um dos l\u00edderes nesse fornecimento, queiramos ou n\u00e3o. Assim a roda do infort\u00fanio passageiro, insisto, ir\u00e1 girar mais lentamente por um determinado tempo. Um ano mais, talvez menos e para todo o mundo. Por aqui ficaremos \u00e0s voltas com um ano de poss\u00edveis surpresas.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-7dfgn\">Nossa log\u00edstica est\u00e1 pronta para exterminar as teias de aranha que se formaram em seu bojo por d\u00e9cadas de abandono, lobbys e levar\u00e1 celeridade no transporte do que se produzir. N\u00f3s produzimos alimentos em escala de incans\u00e1veis recordes, o que atende a um peda\u00e7o polpudo da fome mundial, na verdade internacional. A moeda de troca &#8211; o d\u00f3lar americano &#8211; continuar\u00e1 entristecendo sacoleiros e consumistas, por\u00e9m segue firme para nos colocar em p\u00e9 de igualdade na hora de esfregarmos a barriga no balc\u00e3o e vendermos nosso suado produto agropecu\u00e1rio. E isso \u00e9 bom! Se quiserem discutir &#8211; ou debater &#8211; esse ponto, afiem as armas, pois \u00e9 bom sim. Imagine um mundo de maravilhas para os desavisados ou desalmados, onde um d\u00f3lar valesse um real, ou dois, ou tr\u00eas. Sabe aqueles 25% do PIB que faz os avanteens desfilarem o consumodesenfreado-nosso-de-cada-dia? Ent\u00e3o, o tal um quarto do produto interno bruto de todas as coisas j\u00e1 alcan\u00e7ar\u00e1 UM TER\u00c7O(!) e isso corresponde a 2,35 trilh\u00f5es de reais (exclama\u00e7\u00e3o). Esse montante gira por a\u00ed pagando m\u00e1quinas cuja ind\u00fastria gera empregos urbanos. Esses empregos geram sal\u00e1rios que abarrotam os shoppings e fast foods&#8230; Essa cadeia \u00e9 longa e vamos deixar para cada um descrever a sua ideal. S\u00f3 n\u00e3o se esque\u00e7a da diarista de cada lar, paga com recursos desse um ter\u00e7o de PIB.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"395\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_2405db3a491a4976ac27301e2bacf9c2mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8481\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_2405db3a491a4976ac27301e2bacf9c2mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_2405db3a491a4976ac27301e2bacf9c2mv2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-5sepe\"><strong>Tecnologia para dar e vender<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-2rkmv\">Procuramos aqui desenvolver uma conjuntura &#8211; que nada mais \u00e9 do que um conjunto de estruturas &#8211; para abrirmos um espa\u00e7o de reflex\u00e3o sobre o estado econ\u00f4mico empresarial e pessoal que estamos vivendo. E n\u00e3o h\u00e1 roda de samba ou de bom batepapo que possa ser vigorosa sem ter tecnologia de ponta no meio. J\u00e1 sabemos que o 5G agora sai do outdoor da operadora para nossas m\u00e3os. \u00c9 r\u00e1pido, chega logo. Por\u00e9m, o que devemos mesmo saber \u00e9 que ele vai parar nas mentes dos que desenvolvem a tecnologia e garantir\u00e1 pratos cheios possivelmente em todas as casas habitadas desse mundo, sem esquecer que a cada 5 pratos servidos no mundo, um deles \u00e9 produzido pelo Brasil. Isso permitir\u00e1 uma revolu\u00e7\u00e3o e uma evolu\u00e7\u00e3o dos meios produtivos. J\u00e1 d\u00e1 para sentir que falta bra\u00e7o para tudo que se precisa fazer e esse novo recurso permitir\u00e1 m\u00e1quinas robotizadas que multipliquem com muita efici\u00eancia processos produtivos carentes de for\u00e7a motriz e velocidade. S\u00e3o incont\u00e1veis os projetos de ponta paralisados por n\u00e3o serem providos de mobilidade adequada, funcional e o nosso j\u00e1 envelhecido 4G, que s\u00f3 serviu para as \u2018tias do Zap\u2019 deixarem alguns de cabelo em p\u00e9 trazendo os netinhos para perto e os maus prestadores de servi\u00e7o para longe, continuar\u00e1 por a\u00ed. Em termos produtivos \u00e9 baix\u00edssima a contribui\u00e7\u00e3o desse modelo, porque \u00e9 caro para instalar e pobre de sinal para servir de ponte para o futuro. Agora a hist\u00f3ria recome\u00e7a e, se escrevemos aqui que nossas gera\u00e7\u00f5es do intervalo dos \u00faltimos 100 anos vive o paradoxo das grandes transforma\u00e7\u00f5es, ainda restar\u00e1 tempo para muitos de n\u00f3s desfrutarmos e, acima de tudo, vermos mais equil\u00edbrio entre as for\u00e7as humanas e humanit\u00e1rias. At\u00e9 porque a\u00ed a tecnologia tamb\u00e9m tem marcado gola\u00e7os, promovendo longevidade \u00e0 esp\u00e9cie muito al\u00e9m das salas de harmoniza\u00e7\u00f5es desumanas (sem preconceito, apenas porque mudam as fei\u00e7\u00f5es com que nascemos e isso nos \u2018desumaniza\u2019 um pouco, convenhamos).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"592\" height=\"333\" src=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_36aaecccfcff4f81a24d4c05582b8fd4mv2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8482\" srcset=\"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_36aaecccfcff4f81a24d4c05582b8fd4mv2.jpg 592w, https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/4ac39f_36aaecccfcff4f81a24d4c05582b8fd4mv2-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 592px) 100vw, 592px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p id=\"viewer-6e1l3\">Se voc\u00ea n\u00e3o quis chorar como permitimos no t\u00edtulo dessa mat\u00e9ria, se voc\u00ea chegou at\u00e9 aqui e, principalmente, se entendeu nossa ret\u00f3rica, de qualquer forma se sinta feliz, voc\u00ea est\u00e1 construindo a hist\u00f3ria e vivendo-a ao mesmo tempo, um privil\u00e9gio que todos os poderosos imperadores romanos n\u00e3o tiveram. E isso \u00e9 constatado pelo pouco tempo que viviam e pelo gigantesco legado deixado para que desfrutemos de sua capacidade disruptiva e construtiva.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-31bfm\">Para entender, compreender e acertar na mosca, tem alguns alvos certeiros aqui:<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-8l40n\">&#8211; IA https:\/\/fia.com.br\/blog\/inteligencia-artificial\/<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-bvkqq\">&#8211; PIB do Agro https:\/\/www.cepea.esalq.usp.br\/br\/pib-do-agronegocio-brasileiro. aspx<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-3o7lm\">&#8211; Banco Central https:\/\/www.bcb.gov.br\/publicacoes\/focus<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-1cvmb\">&#8211; PIB Brasil 2021 https:\/\/exame.com\/economia\/ocde-eleva-para-52-previsao-dealta-do-pib-do-brasil-em-2021\/<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-9t5fl\">&#8211; 5G https:\/\/fia.com.br\/blog\/internet-5g\/ https:\/\/tellus.org.br\/conteudos\/artigos\/inovacao-agricultura-5gproducao-alimentos\/ https:\/\/www.embrapa.br\/en\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/60133873\/ tecnologia-5g-vai-melhorar-conectividade-no-campo-eimpulsionar-agricultura<\/p>\n\n\n\n<p id=\"viewer-an0n4\"><em>Adalberto Deluca e Fernando Barbosa s\u00e3o consultores empresariais, s\u00f3cios da Know How Consulting.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA ordem no mundo todo \u00e9 reduzir custos, sem causar mais fome e mis\u00e9ria\u201d. Por Adalberto Deluca e Fernando Barbosa Fotos Tomas Anunziata no Pexels | ThisIsEngineering from Pexels |<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8480,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-8479","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8479","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8479"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8479\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8485,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8479\/revisions\/8485"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8480"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8479"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8479"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistahubclub.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}