Cibersegurança para SMBs – Quando proteção deixa de ser custo e vira sobrevivência
Jean Carlos S. Oliveira | Fotos Divulgação
Nos últimos anos, os ciberataques deixaram de ser um problema exclusivo de grandes corporações e passaram a atingir com força as pequenas e médias empresas. O motivo é simples: os criminosos digitais sabem que muitas SMBs ainda possuem infraestruturas frágeis, poucos controles de segurança e dependem fortemente da disponibilidade dos dados para operar.
Quando um ataque de ransomware paralisa o faturamento, bloqueia sistemas e sequestra informações, o impacto é devastador. Pesquisas recentes mostram que quase 1 em cada 5 SMBs pode fechar após um ataque, segundo estudos do setor. Por quê? Porque o backup comum já não é suficiente — se ele está acessível no mesmo ambiente, pode ser criptografado também.
Por isso, a segurança moderna precisa ir além do básico. Estratégias como backups imutáveis, segmentação de dados, air gap e planos de recuperação rápida deixaram de ser luxo e se tornaram fatores de sobrevivência empresarial.
Com as soluções atuais, é possível aplicar esse nível de proteção com custos acessíveis e modelos escaláveis, inclusive para empresas com times de TI reduzidos. A cibersegurança não é mais um gasto — é um seguro de continuidade do negócio. E quem ignora isso assume um risco desnecessário.
Jean Carlos S. Oliveira
Bacharel em Direito com especialização em Direito Digital e Proteção de Dados pela Escola Brasileira de Direito.
Gerente comercial na empresa Core Technologies.

